VACINAS PARA VIAJAR

Existe algo pior, numa viagem, do que ser mandado de volta para casa ao chegar num país sem nem mesmo ter saído do aeroporto? Saiba que isso pode acontecer com visitantes desavisados em países ou cidades que exigem algum tipo de vacinação prévia. Por isso, se ligar no que diz respeito as vacinas para viajar pode salvar a sua viagem.

QUAIS AS VACINAS RECOMENDADAS PARA VIAGEM?

Certas vacinas são recomendadas quando se visita alguns países ou regiões, principalmente zonas rurais, florestas e todos os lugares de grande contato com a natureza. Dessa forma, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomenda que o viajante tenha sempre em dia as vacinas para:

  • Covid-19
  • Febre amarela
  • Tétano
  • Difteria
  • Hepatites A e B
  • Tríplice Viral (que protege contra Sarampo, Caxumba e da Rubéola)
  • Antirrábica (protege contra a raiva eventualmente transmitida em mordida de cachorros, ratos e morcegos. Pode ser útil).

A vacina da Febre Amarela era a única vacina obrigatória em escala mundial até conhecermos a Covid-19. E são dessas duas que vou falar hoje e te dar todas as informações que você vai precisar pra fazer uma viagem sem problemas.

FEBRE AMARELA

A Febre Amarela é uma doença infecciosa grave e transmitida pelo mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue). É mais comum em países da América do Sul, América Central e algumas regiões da África.

Por não haver cura, a prevenção da Febre Amarela é de extrema importância principalmente quando em áreas de risco: além da vacinação, deve-se usar repelentes e telas e não acumular água parada.

A VACINA

A vacina contra febre amarela é a medida mais importante para prevenção e controle da doença. Produzida no Brasil desde 1937, pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos, é da cepa 17DD, sendo constituída por vírus vivos atenuados derivados de uma amostra africana do vírus amarílico selvagem. Apresenta eficácia acima de 95%.

É indicada para pessoas a partir de 9 meses de idade.

COMO SE TOMA A VACINA?

A aplicação é Subcutânea.

QUAIS VACINAS SE TEM ACESSO NO BRASIL?

  • VACINA PÚBLICA – Apenas a vacina produzida por Bio-Manguinhos.
  • VACINA PARTICULAR – As duas vacinas oferecidas no Brasil – Bio-Manguinhos (pública) e Sanofi-Pasteur (particular) – têm perfil de segurança e eficácia semelhantes, estimados em mais de 95% para maiores de 2 anos.

ONDE TOMAR A VACINA?

Nos postos de saúde gratuitamente ou pagando pela vacina nos hospitais e clínicas da rede particular

COMO ME PREPARO PARA TOMAR A VACINA DE FEBRE AMARELA?

  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de febre recomenda-se adiar a vacinação até a melhora.
  • Para crianças até 2 anos de idade, não aplicar simultaneamente com a vacina tríplice viral e aguardar intervalo mínimo de 30 dias entre as duas vacinas.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Todo e qualquer evento adverso grave e/ou inesperado deve ser notificado às autoridades de Saúde.

DOSES DA VACINA DE FEBRE AMARELA

  • Crianças até 4 anos: duas doses, aos 9 meses e aos 4 anos. Se a 1ª dose foi após 9 meses e antes dos 4 anos, mesmo assim, seve ser aplicada a 2ª dose aos 4 anos de idade
  • Acima de 4 anos: não há consenso sobre a duração da proteção conferida pela vacina. De acordo com o risco epidemiológico, uma segunda dose pode ser considerada pela possibilidade de falha vacinal.

Em 2018 houve um surto de febre amarela no país e o Ministério da Saúde usou doses fracionadas como forma de conter o surto. A estratégia é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como segura e eficaz para conter surtos e epidemias, mas se você vai viajar faça a vacinação com dose plena, porque que a dose fracionada não é aceita internacionalmente. Então você vai ter dificuldade pra tirar o Certificado Internacional de Vacinação (CIVP).

EFEITOS COLATERAIS

A vacina febre amarela é reconhecidamente eficaz e segura. Entretanto, eventos adversos podem ocorrer, como reações locais e sistêmicas, tais como:

  • Manifestações gerais, como febre, dor de cabeça e muscular são os eventos mais frequentes e acontecem em cerca de 4% dos que são vacinados na primeira vez e menos de 2% nas segundas doses.
  • Manifestações locais como dor na área de aplicação ocorrem em 4% dos adultos vacinados e um pouco menos em crianças pequenas. A dor dura um ou dois dias, na forma leve ou moderada
    Reações alérgicas como erupções na pele, urticária e asma acontecem com a frequência de um caso para 130 mil a 250 mil vacinados.
  • Apesar de muito raros, podem acontecer eventos graves: reações alérgicas, doença neurológica (encefalite, meningite, doenças autoimunes com envolvimento do sistema nervoso central e periférico) e doença em órgãos (infecção pelo vírus vacinal causando danos semelhantes aos da doença).

Atenção especial deve ser dada quando, após administração da vacina de febre amarela, a pessoa apresentar dor abdominal intensa.

CONTRAINDICAÇÃO DA VACINA DE FEBRE AMARELA

Quando há contraindicação para a vacinação, o médico(a) poderá emitir o certificado de isenção da vacinação contra febre amarela com a justificativa da isenção.

Em situações de aumento das chances de infecção pelo vírus selvagem da febre amarela, a vacinação pode ser recomendada para pessoas com algumas condições clínicas que inicialmente seriam consideradas contraindicação. Cabe a(o) médico(a) avaliar a relação risco-benefício.

  • Indivíduos a partir de 60 anos não previamente vacinados: embora raro, está descrito risco aumentado de eventos adversos graves na primovacinação nesta faixa etária.
  • Pessoas vivendo com HIV/Aids, assintomáticas e que apresentem o LT-CD4 ≥ 350 células/mm3. Poderá ser utilizado o último exame de LT-CD4 (independentemente da data), desde que a carga viral atual (menos de seis meses) se mantenha indetectável.
  • Pessoas após término de tratamento com quimioterapia (venosa ou oral) e sem previsão de novo ciclo: administrar a vacina após três meses do término da quimioterapia.
  • Pessoas que fizeram uso de medicamento anticélulas B e Fludarabina: aguardar seis meses de intervalo.
  • Pessoas submetidas a transplante de células tronco hematopoiéticas: administrar a vacina a partir de 24 meses após o transplante se não houver doença do enxerto versus hospedeiro e/ou recaída da doença de base e/ou uso de imunossupressor.
  • Síndrome Mieloproliferativa Crônica: administrar a vacina se padrão laboratorial for estável e com neutrófilos acima de 1500 céls/mm³.
  • Síndrome Linfoproliferativa: administrar a vacina três meses após o término da quimioterapia (exceto no caso de uso de medicamento anti-células B, quando o intervalo deve ser de seis meses).
  • A administração da vacina em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico ou outras doenças autoimunes deve ser avaliada com cuidado, pois pode haver imunossupressão nesses pacientes.
  • Hemofilia e doenças hemorrágicas hereditárias: administrar a vacina conforme orientação do Calendário Nacional de Vacinação.
  • Recomenda-se o uso de compressas frias antes e depois da aplicação da vacina.
  • Doença Falciforme: sem uso de hidroxiureia: administrar a vacina conforme o Calendário Nacional de Vacinação; em uso de hidroxiureia: administrar a vacina somente se contagem de neutrófilos acima de 1500 céls/mm³.

QUEM NÃO DEVE TOMAR A VACINA?

  • Pessoas com imunossupressão secundária à doença ou terapias. Imunossupressoras (quimioterapia, radioterapia, corticoides em doses elevadas).
  • Pacientes em uso de medicações anti-metabólicas ou medicamentos modificadores do curso da doença (Infliximabe, Etanercepte, Golimumabe, Certolizumabe, Abatacept, Belimumabe, Ustequinumabe, Canaquinumabe, Tocilizumabe, Ritoximabe).
  • Transplantados e pacientes com doença oncológica em quimioterapia.
  • Pessoas que apresentaram reação de hipersensibilidade grave ou doença neurológica após dose prévia da vacina.
  • Pessoas com reação alérgica grave ao ovo.
  • Pacientes com história pregressa de doença do timo (miastenia gravis, timoma).

VACINAÇÃO NO BRASIL

Como o Brasil é considerado endêmico para a febre amarela, alguns países (acesse a lista) só permitem a entrada de viajantes brasileiros que apresentem o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) com registro de dose aplicada no mínimo 10 dias da viagem. A dose fracionada não é válida para esse fim.

É importante a atualização das vacinas de acordo com os calendários de vacinação do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde. Os postos da rede pública oferecem vacinas eficazes e gratuitas.

No momento do registro da vacinação no Cartão Nacional de Vacinação, fique atento. É preciso que sejam anotados o lote da vacina, a data de vacinação e o local onde você foi atendido.

Vale lembrar que as vacinas têm um período, que pode variar entre 10 dias e seis semanas, para atingir a proteção esperada. No caso da vacinação contra febre amarela, o não cumprimento do prazo de proteção pode impedir sua entrada em alguns países. Por isso é preciso se vacinar com antecedência.

POR QUE ALGUNS PAÍSES EXIGEM VACINAÇÃO?

Diferentemente do que muitas pessoas pensam, a maioria dos países que exige vacinação o fazem para precaver que visitantes tragam doenças, e não pelo território apresentar riscos de contaminação. E o Brasil, sob o olhar estrangeiro, não é a mais salubre das nações.

CERTIFICADO INTERNACIONAL DE VACINAÇÃO E PROFILAXIA

A partir do dia 28 de setembro de 2020, os postos da Anvisa passaram a não mais emitir o Certificado Internacional de Vacinação (CIVP) para febre amarela de forma presencial. O Certificado já pode ser feito de forma totalmente digital, pelo portal de serviços do governo federal.  

As regras mudam para cada país, mas a recomendação é que qualquer vacinação seja realizada preferencialmente de seis a oito semanas antes da viagem e, no máximo, 4 semanas antes. No caso da febre amarela, o período de imunização é de 10 dias após a vacinação, ou seja, você deve tomar a vacina, no mínimo, 10 dias antes da sua viagem.

SOLICITAÇÃO ONLINE DO CERTIFICADO INTERNACIONAL DE VACINAÇÃO

  1. Uma vez vacinado e com o certificado de vacinação em mãos, você ainda vai precisar de uma foto ou um arquivo digitalizado: do seu RG e do comprovante nacional de vacinação.
  2. Cadastre-se no portal https://www.gov.br/pt-br.
  3. Preencha um formulário do site e encaminhe as fotos do RG e do certificado de vacina.
  4. Seu processo será analisado e, se aprovado, você receberá um email, te informando os próximos passos. O certificado pode demorar um pouquinho, então faça esse processo com bastante antecedência.
  5. Assim que você receber o certificado por e-mail, Imprima o cartão e assine no local indicado.
  6. Sugiro você prender esse certificado junto ao passaporte com um mini clips para não perder.

É necessário refazer o certificado internacional no qual ainda consta data de vencimento?

Desde 11 de julho de 2016 a vacina contra a febre amarela é válida para a vida toda, até mesmo para quem se vacinou antes desta data. Segundo as normas da OMS, se você tem o Certificado Internacional de Vacinação antigo (aquele amarelo), não é necessário atualizá-lo.

Quais países e locais exigem ou recomendam vacinação?

Centenas de países exigem vacinação e ocasionais surtos alteram as regras constantemente, mas você pode consultar direto nas seguintes páginas:

No botão abaixo você terá acesso à lista disponibilizada anualmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Vou deixar o link pra você acessar a lista.

OMS – países que exigem vacinação contra febre amarela


NOVO CORONAVÍRUS – COVID-19

O coronavírus (COVID-19) é uma doença infecciosa causada pelo vírus SARS-CoV-2.

É uma família de diferentes vírus que podem provocar infecções respiratórias. É uma doença muito contagiosa.

SINTOMAS

Afeta diferentes pessoas, de diferentes idades e de diferentes maneiras.

Na maioria dos casos, a doença é sem gravidade e os sintomas do coronavírus são febre, tosse, dificuldade para respirar, dores musculares, dor de cabeça, dor de garganta, perda de paladar e olfato.

Sintomas menos comuns: Dores de garganta, Dor de cabeça, Dores e desconfortos, Diarreia, Irritações na pele ou descoloração dos dedos dos pés ou das mãos e olhos vermelhos ou irritados.

Na forma grave, que acomete cerca de um quarto dos infectados, há uma piora do quadro respiratório, com desenvolvimento de pneumonia, podendo levar à insuficiência respiratória.
Quando epidêmica a medida mais efetiva para o controle é o isolamento social – ficar em suas casas, evitando contato com outras pessoas.

COMO ELA SE ESPALHA?

O vírus pode se espalhar pela boca ou pelo nariz de uma pessoa infectada, em pequenas partículas líquidas expelidas quando elas tossem, espirram, falam, cantam ou respiram. O tamanho dessas partículas vai de gotas respiratórias maiores até aerosois menores.

A infecção pode ocorrer caso você inale o vírus quando estiver perto de alguém que tenha COVID-19 ou se você tocar em uma superfície contaminada e, em seguida, passar as mãos nos olhos, no nariz ou na boca. O vírus se espalha com mais facilidade em locais fechados e em multidões.

COMO SE TOMA A VACINA?

A aplicação é Subcutânea.

QUAIS VACINAS SE TEM ACESSO NO BRASIL (até outubro de 2021)?

  • BioNTech – Pfiser
  • SinoVac CoronaVac – Butantan
  • Oxford – AstraZeneca
  • Janssen – Jonhson & Jonhson

ONDE TOMAR A VACINA?

Nos Postos de saúde, gratuitamente. É preciso verificar a data de acordo com a idade.

É importante tomar todas as doses das vacinas para ter a imunização completa.

COMO ME PREPARO PARA TOMAR A VACINA DA COVID-19?

  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de febre recomenda-se adiar a vacinação até a melhora.

DOSES DA VACINA

  • BioNTech – Pfiser – dose única
  • SinoVac CoronaVac – Butantan – 3 doses
  • Oxford – AstraZeneca – 2 doses
  • Janssen – Jonhson & Jonhson – 2 doses

EFEITOS COLATERAIS

Dor no braço, dor de cabeça, cansaço e febre são alguns dos sintomas que você pode sentir horas depois de tomar uma vacina contra a covid-19. Na verdade, são reações comuns também para outros tipos de imunizantes, como a velha conhecida vacina antitetânica. Esses efeitos semelhantes ao de um resfriado são sinais do seu corpo formando a resposta imune e desaparecem dentro de alguns dias.

CONTRAINDICAÇÃO DA VACINA

Todas as vacinas Covid-19 atualmente disponíveis são contraindicadas para pessoas com histórico de reação alérgica grave (por exemplo, anafilaxia) após dose anterior ou a qualquer componente da fórmula.

A vacina AstraZeneca também é contraindicada para pacientes que sofreram trombose venosa e/ou arterial importante em combinação com trombocitopenia após vacinação com qualquer vacina para a Covid-19.

As vacinas AstraZeneca e Janssen, especificamente, são contraindicadas para gestantes, puérperas e pessoas com histórico de síndrome de extravasamento capilar.

PASSAPORTE NACIONAL DA VACINA

É importante ressaltar que não sabemos até quando será exigido o Passaporte Nacional da Vacina. Pode ser por algum tempo ou para sempre.

Ele segue em adesão crescente por diversas cidades do país. De acordo com levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), 249 cidades exigem a comprovação de imunização contra a covid-19 para dar acesso a shows, eventos, restaurantes e até hóteis. São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis são alguns dos municípios da lista.

O passaporte é uma medida sanitária coletiva por ser uma forma de incentivar a vacinação. Além disso, a permissão de circular apenas pessoas vacinadas diminui o risco de casos graves e, por consequência, a lotação dos leitos de internação, já que o imunizante atenua a ação do vírus.

A organização afirma que é provável que mais cidades passem a exigir o passaporte. Por isso, para não ficar de fora dos locais que quer acessar, principalmente em caso de viagens, é importante saber como emitir o passaporte. É rápido, fácil e gratuito. Saiba como fazer em 2 passos. Lembrando que você só vai conseguir imprimir o documento depois de ter tomado a vacina:

  1. A plataforma Conecte SUS foi criada pelo Ministério da Saúde para integrar os dados dos cidadãos que utilizam a rede pública de saúde. Nela, você pode monitorar as medicações retiradas nas farmácias populares, as consultas e internações já feitas, os exames marcados e agendados, pesquisar hospitais, postos de saúde, centros de atenção psicossocial e acessar a carteira de vacinação digital.

Com o início da vacinação contra a covid-19, a plataforma passou a registrar as doses da imunização e emitir o Certificado Nacional de Vacinação, popularmente conhecido como o passaporte da vacina.

Para obtê-lo, é preciso baixar o app ou acessar o site do Conecte SUS., que está disponível para o sistema iOS ou Android.

Depois, é só clicar em cidadão e criar uma senha. Se você já usou algum serviço oferecido pelo governo federal, é provável que você tenha se cadastrado na conta gov.br, que garante um único login para todos os serviços digitais.

Uma vez dentro do sistema, basta ir em vacinas e clicar em qualquer uma das doses. Na tela que abrir aparecerá, no rodapé da página, o botão Certificado de vacinação. O documento aparacerá com os dados pessoais e da vacina na frente e um QR Code no verso para que se verifique a validade.

  1. Agora que você já tem acesso ao aplicativo, é só mostrar o Certificado Nacional de Vacinação Covid-19 quando necessário ou salvar o PDF no celular, para garantir um acesso mais rápido. Desta forma, você estará com passe livre garantido nas cidades que exigem o documento.

Para paulistas, passaporte pode ser emitido por outras duas plataformas: o aplicativo Poupatempo Digital e o E-saude SP.

PASSAPORTE INTERNACIONAL DA VACINA

Ainda não existe um documento único para o viajante internacional. Por enquanto cada país está estabelecendo regras próprias até mesmo no que diz respeito às vacinas permitidas para o viajante dar entrada nos países.

Importante é, antes de viajar, se informar sobre quais vacinas são permitidas para dar entrada no país do seu destino.

Mas o que todos tem em comum é: É preciso estar completamente vacinado para entrar.

Quando houver uma novidade sobre um possível passaporte internacional de vacinação contra a Covid-19 com certeza eu estarei por aqui pra te contar!

Durante a viagem

Em caso de adoecimento durante a sua viagem, busque atendimento médico e evite a automedicação.

Se você sentir alteração em seu estado de saúde durante a viagem, dentro da embarcação ou aeronave, comunique o fato à equipe de bordo. Eles tomarão as devidas providências e alertarão os serviços de saúde do local para onde você está se deslocando.

Ao retornar ao seu país de origem

Após o retorno da viagem, caso apresente febre ou outros sintomas como diarreia, problemas de pele ou respiratórios, procure imediatamente um serviço de saúde e informe quais as regiões que visitou.

Eu espero ter esclarecido suas dúvidas sobre esse tema, mas se ainda ficou alguma deixe seu comentário aqui que eu terei o maior prazer em te ajudar.

Até mais!

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